Destino e Aventuras
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Novidades!
Estamos reestruturado o blog e em breve estaremos postando novidades e muitas aventuras, aguardem!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Dicas para um passeio seguro de Bike
Lembre-se que a alimentação deve ser leve e conter os nutrientes certos para o desgaste que seu corpo irá sofrer no percurso, a melhor dica é procurar um profissional de nutrição para orientar-se. - Protetor solar é de uso obrigatório, mesmo naqueles dias em que o sol não esteja visível, em caso de não saber qual FPS usar, consulte um médico.
Agora verifique o estado de sua bike, antes de por a roda na lama, no mato ou no asfalto certifique-se de que sua magrela está revisada, parafusos bem apertados, câmbios regulados e freios tinindo, pois com certeza você irá usá-los bastante, pneus calibrados, correntes, cassetes e coroas lubrificados; - Em seguida observe a amarração da bike no veículo (você nunca iria se perdoar se algo de mal acontecesse com sua companheira de aventura, estou falando da Bike tá!);
- Capacete, teste antes de efetuar a compra, ele deve ficar bem justo evitando tapar sua visão, no mercado hoje existe a possibilidade de regulagem de tamanho através de um mecanismo que o ajusta a vários formatos e tamanhos de cabeça;
Blusas/Bermundas (manga longa ou curta, bermuda ou calça, lembre-se de que no meio do mato existem galhos, mosquitos e outros seres que cortam, furam e machucam e que é você quem está no ambiente deles não adianta os culpar, previna-se, mangas longas e calça normalmente são uma boa pedida. Obs: Calças de tactel folgada costumam enganchar na coroa da bicicleta e em galhos pelo caminho o que pode ocasionar um acidente, o mais adequado são calças especializadas para MTB); Tênis (é bem provável que em seu caminho exista uma grande poça de água/lama, portanto tênis que secam rápido e/ou que sejam resistentes a água são os mais indicados); - Cotoveleira, tornozeleira, joelheira são equipamentos existente, no entanto quem pratica o MTB precisa sentir-se confortável e ver o que melhor lhe convém,
- Luvas que evitam calo e lhe dão mais firmeza é sempre boa!
- Óculos, é uma opção interessante alem de prevenir contra raios UVA e UVB evitam que terra, água e outros entrem em seus olhos e causem um acidente, a escolha do seu óculo vai muito alem do design passa pelo tipo e qualidade de lentes, prefira os óculos que sejam anti-embaçante ou use produtos que evitem o embace;
- Líquidos, a reposição de líquido, Açúcares e sais são primordiais para todas as atividades físicas principalmente para as aeróbias como o MTB, portanto água e repositores de minerais são importantes, mas evite o consumo de produtos sem orientação de profissionais da área de saúde (médicos e nutricionistas). Quanto ao armazenamento você tem a opção de garrafinhas e/ou bag back (bolsas que fica nas costas com mangueiras que levam o líquido até sua boca), as bags são interessantes porque te mantém concentrado no caminho e não tem a necessidade te tirar as mãos do guidão o que te dar mais segurança, o mercado oferece inúmeros tamanhos de 0,5L até 3L;
- Materiais extras como câmeras de ar, e ferramentas como bomba para pneus, chaves, remendo de pneus a frio e até mesmo um câmbio reserva.
- Bússola, antes de levá-la certifique-se de que está devidamente calibrada e que você está preparado para utilizá-la;
- Procure conhecer o local que irá percorrer, e se possível monte um mapinha com alguns pontos de referência para que caso alguém se perca, ou precise voltar sozinho possa o fazer com segurança;
- Informe-se sobre a segurança no local do passeio.
- Divirta-se a valer!!!
Fonte: http://www.trilhaseaventuras.com.br/atividades/superdica.asp?id_atividade=5&id=145
Destino & Aventuras
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Dicas Rápidas: Massagem nos pés.
Uma longa caminhada carregando peso tende a espalmar os pés, forçando e cansando ossos, músculos e ligamentos.
Você pode combater esse efeito com massagem, segurando cada pé com as duas mãos e esfregando firmemente com os polegares. A massagem também é boa para restaurar a circulação e aliviar a coceira causada por má circulação.
- Esfregue a parte de cima do pé, mas não arranhe a pele.
- Separe os dedos e esfregue a planta do pé com movimentos circulares.
Destino & Aventuras
Protegendo-se de tempestades e raios.
Resumindo:
- Não existe lugar seguro em ambiente externo como montanhas, pastos, etc.
- Barracas não oferecem proteção alguma.
- Em caso de raios em campo aberto não fique em grupo, separe-se dos demais em torno de 5 metros.
- Livre-se de equipamentos metálicos como por exemplo um bastão de caminhada.
- Não se abrigue em árvores isoladas, ao invés procure desfiladeiros ou vales.
- No caso de pegar uma tempestade elétrica na montanha não existe muito o que fazer já que não existe um lugar isolado com pára-raios.
Em atividades em época de chuvas fortes (verão) eu sempre procuro ver a previsão do tempo e programar para ou voltar antes do final da tarde ou estar abrigado nesse horário.
Se você estiver em um local sem um abrigo próximo e sentir seus pêlos arrepiados ou sua pele coçar, está indicando que um raio está preste a cair, portanto, ajoelhe-se e curve-se para frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles. Não se deite no chão.
Algumas informações importantes sobre tempestades e raios:
O jornal O Estado de S.Paulo noticiou em 21 de fevereiro de 2008 que houve 22 mortes por raios nos primeiros 50 dias de 2008 em oposição a 46 vítimas em todo o ano anterior (2007), sugerindo um aumento do número de acidentes. A maior parte dos acidentes se concentra no Estado de São Paulo.
O INPE informa também que houve aumento em 35% no número de raios na região sudeste do país em 2008 em relação ao mesmo período de 2007, a explicação para o aumento da incidência de raios está no fenômeno La Niña, que é o esfriamento de águas do Oceano Pacífico. Esse fenômeno climático está aumentando a incidência de raios no Brasil e a região mais afetada é exatamente a sudeste.
No ano de 2001 em que o fenômeno “La Niña” marcou presença, o número de mortes por raio atingiu 73 óbitos, o mais alto até agora no país.
A maior parte das vezes os acidentes ocorrem no fim da tarde. Dados americanos mostram que antigamente as vítimas eram fazendeiros e marinheiros, mas hoje em dia são adeptos do ecoturismo e atividades esportivas em locais abertos e de maior altitude.
Um fato curioso no caso das mortes por raio é que a causa é realmente uma parada cardio-respiratória, que não passa de evento terminal de tantas outras causas de morte. Porém, o dano ocasionado pelo raio pode ser decorrente da própria voltagem do relâmpago, do trauma provocado pelo raio ou pelo excesso de contrações musculares. A maioria das vítimas fica sem respirar e sem batimentos cardíacos, mas consegue recobrar as funções espontaneamente! Um fato ainda misterioso para a ciência médica.
Acredita-se que há uma cessação dos movimentos respiratórios e circulatórios por curto espaço de tempo, mas depois disso as funções cerebrais reassumem o comando. Por esse motivo, recomenda-se sempre iniciar manobras de ressuscitação em quem foi atingido por raio, mesmo que aparente estar morto. Em outros termos, é como se um hipotético “disjuntor caísse” e, alguém o ligasse novamente, restabelecendo a energia no organismo, ou seja, os batimentos cardíacos e os movimentos respiratórios.
As formas de acidente por raio são de quatro tipos:
Direta - o raio cai sobre uma pessoa em pé em um lugar aberto, entrando pela cabeça (entra no crânio pelos orifícios), atravessa externamente e internamente a pessoa e sai pelo solo. Esse tipo de acidente é o que faz o maior número de vítimas.
Por contato - o raio atinge um objeto próximo a pessoa, transferindo-se para ela. Os objetos de contato podem ser tacos de golf, guarda-chuvas ou por exemplo, um molho de chaves.
Por espalhamento (splash) - ocorre quando a tempestade está em cima de uma área cheia de árvores e o raio cai sobre uma delas, e se espalha pelas pessoas em volta. Pode ocorrer também dentro de casa, se a vítima estiver utilizando telefone com fio. É o tipo mais comum de acidente.
Em onda - a última forma é quando o raio atinge o solo e viaja em círculos (igual a quando lançamos uma pedra em um lago) e quem estiver no raio da onda é atingido.
Fontes:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/acidentes-com-raios-no-brasil.htm
http://www.lightningsafety.noaa.gov/overview.htm
- Em caso de raios em campo aberto não fique em grupo, separe-se dos demais em torno de 5 metros.
- Não se abrigue em árvores isoladas, ao invés procure desfiladeiros ou vales.
- No caso de pegar uma tempestade elétrica na montanha não existe muito o que fazer já que não existe um lugar isolado com pára-raios.
Em atividades em época de chuvas fortes (verão) eu sempre procuro ver a previsão do tempo e programar para ou voltar antes do final da tarde ou estar abrigado nesse horário.
Se você estiver em um local sem um abrigo próximo e sentir seus pêlos arrepiados ou sua pele coçar, está indicando que um raio está preste a cair, portanto, ajoelhe-se e curve-se para frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles. Não se deite no chão.
Algumas informações importantes sobre tempestades e raios:
O jornal O Estado de S.Paulo noticiou em 21 de fevereiro de 2008 que houve 22 mortes por raios nos primeiros 50 dias de 2008 em oposição a 46 vítimas em todo o ano anterior (2007), sugerindo um aumento do número de acidentes. A maior parte dos acidentes se concentra no Estado de São Paulo.
O INPE informa também que houve aumento em 35% no número de raios na região sudeste do país em 2008 em relação ao mesmo período de 2007, a explicação para o aumento da incidência de raios está no fenômeno La Niña, que é o esfriamento de águas do Oceano Pacífico. Esse fenômeno climático está aumentando a incidência de raios no Brasil e a região mais afetada é exatamente a sudeste.
No ano de 2001 em que o fenômeno “La Niña” marcou presença, o número de mortes por raio atingiu 73 óbitos, o mais alto até agora no país.
A maior parte das vezes os acidentes ocorrem no fim da tarde. Dados americanos mostram que antigamente as vítimas eram fazendeiros e marinheiros, mas hoje em dia são adeptos do ecoturismo e atividades esportivas em locais abertos e de maior altitude.
Acredita-se que há uma cessação dos movimentos respiratórios e circulatórios por curto espaço de tempo, mas depois disso as funções cerebrais reassumem o comando. Por esse motivo, recomenda-se sempre iniciar manobras de ressuscitação em quem foi atingido por raio, mesmo que aparente estar morto. Em outros termos, é como se um hipotético “disjuntor caísse” e, alguém o ligasse novamente, restabelecendo a energia no organismo, ou seja, os batimentos cardíacos e os movimentos respiratórios.
As formas de acidente por raio são de quatro tipos:
Direta - o raio cai sobre uma pessoa em pé em um lugar aberto, entrando pela cabeça (entra no crânio pelos orifícios), atravessa externamente e internamente a pessoa e sai pelo solo. Esse tipo de acidente é o que faz o maior número de vítimas.
Por contato - o raio atinge um objeto próximo a pessoa, transferindo-se para ela. Os objetos de contato podem ser tacos de golf, guarda-chuvas ou por exemplo, um molho de chaves.
Por espalhamento (splash) - ocorre quando a tempestade está em cima de uma área cheia de árvores e o raio cai sobre uma delas, e se espalha pelas pessoas em volta. Pode ocorrer também dentro de casa, se a vítima estiver utilizando telefone com fio. É o tipo mais comum de acidente.
Em onda - a última forma é quando o raio atinge o solo e viaja em círculos (igual a quando lançamos uma pedra em um lago) e quem estiver no raio da onda é atingido.
Fontes:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/acidentes-com-raios-no-brasil.htm
http://www.lightningsafety.noaa.gov/overview.htm
Destino & Aventuras
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Como fazer fogo sem fósforos ou esqueiro.
O fogo faz parte da lista de itens importantes para se sobreviver em terras inóspitas. O fogo oferece:
* calor no inverno;
* um meio de purificar água ou esterilizar implementos;
* calor para secar roupas;
* uma forma de cozinhar alimentos;
* senso de segurança e conforto;
* fumaça para sinalizar a equipes de resgate;
* calor para derreter gelo e neve e obter água potável;
* um meio de espantar animais perigosos;
* iluminação;
* fumaça para ajudar a repelir insetos.
Localização e preparação
A localização é tudo na hora de se fazer o fogo. O primeiro passo para uma boa fogueira de acampamento é estudar o terreno que o cerca de modo a escolher o melhor local. Eis algumas das características que você deve procurar:
*Solo seco
*Superfície lisa
*Proteção contra o vento
*Acesso à lenha
*Estar próximo ao local de abrigo
*Estar próximo a uma fonte de água
As lascas usadas para acelerar a queima podem ser gravetos pequenos e médios, e também precisam estar secas. Se você incluir material úmido na fogueira, as chamas se extinguirão antes que cheguem ao material combustível de duração mais longa. As lascas de aceleração devem ter tamanho de entre 5 e 20 cm.
Métodos
Método da lente
Essa técnica envolve o uso de uma lente de aumento em um dia de sol. Também se pode usar a lente de uma câmera desmontada ou de um binóculo.
* Forme uma pilha de material combustível no centro do fosso.
* Segure a lente a cerca de 30 cm acima da pilha.
* Oriente a lente para que o sol se concentre em um pedaço pequeno.
* O material combustível deve começar a queimar rapidamente.
* Sopre o material para acelerar a ignição e alimente a chama com faíscas até que o fogo se estabilize.
* calor no inverno;
* um meio de purificar água ou esterilizar implementos;
* calor para secar roupas;
* uma forma de cozinhar alimentos;
* senso de segurança e conforto;
* fumaça para sinalizar a equipes de resgate;
* calor para derreter gelo e neve e obter água potável;
* um meio de espantar animais perigosos;
* iluminação;
* fumaça para ajudar a repelir insetos.
Localização e preparação
A localização é tudo na hora de se fazer o fogo. O primeiro passo para uma boa fogueira de acampamento é estudar o terreno que o cerca de modo a escolher o melhor local. Eis algumas das características que você deve procurar:
*Solo seco
*Superfície lisa
*Proteção contra o vento
*Acesso à lenha
*Estar próximo ao local de abrigo
*Estar próximo a uma fonte de água
As lascas usadas para acelerar a queima podem ser gravetos pequenos e médios, e também precisam estar secas. Se você incluir material úmido na fogueira, as chamas se extinguirão antes que cheguem ao material combustível de duração mais longa. As lascas de aceleração devem ter tamanho de entre 5 e 20 cm.
Métodos
Método da lente
Essa técnica envolve o uso de uma lente de aumento em um dia de sol. Também se pode usar a lente de uma câmera desmontada ou de um binóculo.
* Forme uma pilha de material combustível no centro do fosso.
* Segure a lente a cerca de 30 cm acima da pilha.
* Oriente a lente para que o sol se concentre em um pedaço pequeno.
* O material combustível deve começar a queimar rapidamente.
* Sopre o material para acelerar a ignição e alimente a chama com faíscas até que o fogo se estabilize.
O método da lente cria um ponto quente que ateia fogo à madeira.
Fogo por atrito em placa
Essa técnica requer paciência e muita determinação, mas funciona bem.
*Encontre uma peça de madeira macia com cerca de 45 cm de comprimento e 5 cm de largura que servirá como placa de atrito. Salgueiros e álamos fornecem boa madeira para isso e é fácil encontrá-los perto de rios e lagos.
*Escave uma ranhura de 2,5 cm de largura e de 15 a 20 cm de comprimento no centro da placa, a cerca de 5 cm de qualquer das duas pontas. Use uma faca ou uma pedra afiada.
*Encontre um graveto de madeira sólida para gerar o atrito. O comprimento da peça deve ser de cerca de 30 cm e uma das extremidades precisa ser pontiaguda.
*Coloque a placa no chão e insira o graveto na ranhura.
*Mova o graveto para frente e para trás ao longo da ranhura com pressão moderada, a fim de criar pequenas porções de serragem.
*Quando houver um volume suficiente de serragem, eleve a ponta da placa e a apóie no joelho. A serragem se acumulará na ponta mais baixa da ranhura.
*Esfregue a ranhura o mais rápido possível com o graveto, exercendo pressão forte, até que a serragem se inflame. Assopre lentamente o material inflamável até conseguir uma chama que você possa usar para iniciar a fogueira.
Essa técnica requer paciência e muita determinação, mas funciona bem.
*Encontre uma peça de madeira macia com cerca de 45 cm de comprimento e 5 cm de largura que servirá como placa de atrito. Salgueiros e álamos fornecem boa madeira para isso e é fácil encontrá-los perto de rios e lagos.
*Escave uma ranhura de 2,5 cm de largura e de 15 a 20 cm de comprimento no centro da placa, a cerca de 5 cm de qualquer das duas pontas. Use uma faca ou uma pedra afiada.
*Encontre um graveto de madeira sólida para gerar o atrito. O comprimento da peça deve ser de cerca de 30 cm e uma das extremidades precisa ser pontiaguda.
*Coloque a placa no chão e insira o graveto na ranhura.
*Mova o graveto para frente e para trás ao longo da ranhura com pressão moderada, a fim de criar pequenas porções de serragem.
*Quando houver um volume suficiente de serragem, eleve a ponta da placa e a apóie no joelho. A serragem se acumulará na ponta mais baixa da ranhura.
*Esfregue a ranhura o mais rápido possível com o graveto, exercendo pressão forte, até que a serragem se inflame. Assopre lentamente o material inflamável até conseguir uma chama que você possa usar para iniciar a fogueira.
Fogo por arco
Trata-se de outro método de fricção que requer algum tempo de aperfeiçoamento. Os itens a seguir serão necessários.
*Soquete - pedra lisa, do tamanho da mão, com uma ligeira depressão de um lado.
*Broca - uma vara de madeira rígida e forte, com cerca de 30 cm de comprimento e de 3 a 5 cm de diâmetro.
*Placa base - uma placa lisa de madeira macia com cerca de 30 cm de comprimento, 15 cm de largura e 2 cm de espessura.
*Arco - uma vara flexível de madeira verde com cerca de 2,5 cm de diâmetro e de 45 a 60 cm de comprimento.
*Cordão - cordões de sapatos servem perfeitamente
Depois de reunir o material, é hora de acender o fogo.
*Crie uma depressão pequena e arredondada no centro da placa base.
*Faça um corte em V apontando para baixo no centro da placa, de forma que ele se alinhe com a depressão. * *Dobre o arco em forma de meia-lua e o amarre com os cordões de sapatos.
*Posicione a placa no chão e uma pequena quantidade de material inflamável sobre o corte em V.
*Segure a placa com o pé para propiciar estabilidade e posicione o arco em torno da broca, apoiada na depressão central da placa.
*Coloque o soquete sobre a broca, pressione moderadamente e acione a broca com movimentos repetitivos do arco. Isso fará com que a broca gire e criará um pó preto e quente que cairá sobre o material inflamável. Em pouco tempo, surgirão chamas e você poderá transferir o material inflamável aceso para o local da fogueira.
Trata-se de outro método de fricção que requer algum tempo de aperfeiçoamento. Os itens a seguir serão necessários.
*Soquete - pedra lisa, do tamanho da mão, com uma ligeira depressão de um lado.
*Broca - uma vara de madeira rígida e forte, com cerca de 30 cm de comprimento e de 3 a 5 cm de diâmetro.
*Placa base - uma placa lisa de madeira macia com cerca de 30 cm de comprimento, 15 cm de largura e 2 cm de espessura.
*Arco - uma vara flexível de madeira verde com cerca de 2,5 cm de diâmetro e de 45 a 60 cm de comprimento.
*Cordão - cordões de sapatos servem perfeitamente
Depois de reunir o material, é hora de acender o fogo.
*Crie uma depressão pequena e arredondada no centro da placa base.
*Faça um corte em V apontando para baixo no centro da placa, de forma que ele se alinhe com a depressão. * *Dobre o arco em forma de meia-lua e o amarre com os cordões de sapatos.
*Posicione a placa no chão e uma pequena quantidade de material inflamável sobre o corte em V.
*Segure a placa com o pé para propiciar estabilidade e posicione o arco em torno da broca, apoiada na depressão central da placa.
*Coloque o soquete sobre a broca, pressione moderadamente e acione a broca com movimentos repetitivos do arco. Isso fará com que a broca gire e criará um pó preto e quente que cairá sobre o material inflamável. Em pouco tempo, surgirão chamas e você poderá transferir o material inflamável aceso para o local da fogueira.
Fogo usando gelo
A técnica é uma variação do método que usa uma lente de aumento, no caso substituída por gelo.
*Encontre ou faça uma lente esférica de gelo com cerca de 5 a 7 cm de espessura em sua porção central. O gelo precisa ser transparente para que o método funcione. Caso você tenha uma panela, use-a para congelar água.
*Remova as porções turvas do gelo e apare o gelo em formato redondo e abaulado como uma lente de aumento.
*Use o calor de suas mãos para alisar o gelo - quanto mais liso, melhor.
*Obter gelo transparente é o grande desafio da técnica e não existe método garantido. O gelo de lagos e rios tem mais chance de ser transparentes.
*Assim que você tiver dado forma à sua lente, use o sol para concentrar um ponto de calor no material inflamável. Caso o calor não baste para inflamar o material, continue trabalhando para dar o formato correto à sua lente.
A técnica é uma variação do método que usa uma lente de aumento, no caso substituída por gelo.
*Encontre ou faça uma lente esférica de gelo com cerca de 5 a 7 cm de espessura em sua porção central. O gelo precisa ser transparente para que o método funcione. Caso você tenha uma panela, use-a para congelar água.
*Remova as porções turvas do gelo e apare o gelo em formato redondo e abaulado como uma lente de aumento.
*Use o calor de suas mãos para alisar o gelo - quanto mais liso, melhor.
*Obter gelo transparente é o grande desafio da técnica e não existe método garantido. O gelo de lagos e rios tem mais chance de ser transparentes.
*Assim que você tiver dado forma à sua lente, use o sol para concentrar um ponto de calor no material inflamável. Caso o calor não baste para inflamar o material, continue trabalhando para dar o formato correto à sua lente.
Destino & Aventuras
Dicas de Primeiros Socorros
Você não precisa ser um socorrista experiente para conseguir ajudar alguém que se machucou no meio da natureza. Mas algumas coisas são fundamentais ter em mente e alguns procedimentos são padrões. A lista a seguir serve apenas para orientá-lo e não pretende substituir um curso prático, que é sempre muito útil para quem está constantemente ao ar livre, longe do acesso a hospitais e socorros profissionais. Duas coisas são fundamentais: evitar os acidentes e PENSAR! Pense primeiro e aja depois...
E não esqueça que a regra de qualquer socorrista é "não se tornar a próxima vítima"!
O que fazer imediatamente após acontecer um acidente?
1. Acima de tudo, mantenha a calma e PENSE! Não existe emergência que não permita gastar alguns poucos segundos pensando na melhor forma de agir.
2. Examine o acidentado cuidadosamente, na exata posição em que foi encontrado - a menos que isso seja impossível. Não o mexa até que você saiba exatamente qual é a seriedade do acidente.
3. Simultanea e imediatamente verifique o pulso (coração) e a respiração, checando também a perda exagerada de sangue. Veja como o coração está batendo nas artérias do braço ou do pescoço. E cheque se a pessoa perdeu os sentidos. Estes são os únicos problemas que exigem tratamento imediato, pois são situações que podem matar rapidamente!
4. Em seguida, examine ferimentos na cabeça, choques, fraturas, deslocamentos, lacerações etc.
5. Conforte o acidentado.
6. A pessoa responsável por tomar as decisões e coordenar o trabalho do grupo deve ser a que tem mais experiência em primeiros socorros em ambientes naturais. Lembre-se que é sempre melhor ser "pessimista" e programar para que o grupo evacue o acidentado que, provavelmente, não terá condições de sair do local sozinho, sem ajuda.
7. Se não for possível começar a saída do local imediatamente, coloque o acidentado na forma mais confortável, aquecida, seca e segura possível (dentro do saco de dormir e da barraca, por exemplo).
Alguns fatores logísticos devem ser levados em conta antes de tomar qualquer decisão sobre o que fazer com a pessoa machucada. Após considerá-los com calma e clareza, a possibilidade de tomar decisões sensatas aumentará. São eles:
1. Previsão do tempo
2. Temperatura ambiente
3. Hora do dia e luz natural ainda disponível
4. Membros da equipe, suas condições físicas etc.
5. Conhecimento de primeiros socorros dos membros da equipe
6. Distância da comunicação mais próxima para pedir ajuda
7. Distância do socorro mais próximo, de uma estrada etc.
8. Avaliar o material disponível entre os membros da equipe
9. Avaliar o material disponível na natureza, ao redor
10. Perigos locais - animais peçonhentos, tempestades elétricas etc.
11. Estado mental de cada membro da equipe
"Conhecer Primeiros Socorros é saber o que fazer primeiro (e o que fazer em seguida) para salvar a vida de alguém - enquanto um médico ou qualquer ajuda especializada não chegam, ou enquanto vocês não alcançam um hospital", explica Sergio Beck em seu livreto "O livro de Primeiros Socorros em montanha e trilha".
Uma pessoa pode morrer por quatro motivos básicos: por parar de respirar, por um sangramento grave, porque seu coração parou ou porque seu cérebro foi atingido gravemente e não responde. Um acidente acaba de acontecer na sua frente? Verifique imediatamente se a vítima está desmaiada, se ela respira, se o coração está batendo e se ela sangra muito.
Mas deixaremos os casos mais graves para quem entende do assunto (faça cursos periódicos de Primeiros Socorros, esteja sempre atualizado e não deixe de ler "O livro de Primeiros Socorros em montanha e trilha", do Sergio Beck). A seguir, algumas dicas simples:
• Fraturas, entorses e luxações - tente verificar que tipo de ferimento aconteceu: fratura exposta (a mais perigosa), entorses ou luxações. Dor ao se movimentar e, muitas vezes, até impossibilidade de andar podem ser sinais de fratura exposta. Independente do que seja, trate como se fosse fratura e imobilize-o, não se preocupando em colocar o osso no lugar. Faça um acolchoado em volta do membro fraturado e prenda uma tala, que pode ser feita com o isolante térmico, por exemplo, prendendo-a acima e abaixo do local fraturado - nunca em cima. De tempos em tempos, verifique o pulso abaixo do local fraturado, para ter certeza de que sua tala não está interferindo na circulação.
• Cortes e bolhas - a melhor forma de assepsia é lavar com água abundante e sabão neutro, se for suportável. Procure fazer um curativo com as mãos limpas e com gazes estéreis. Procure evitar a formação de bolhas, colocando um esparadrapo no local. Portanto, ao menor sinal de irritação ou queimação nos pés, pare e cuide-os. Se elas já se instalaram, faça um curativo com um buraco no meio, para que distribua melhor a pressão exercida sobre elas. Procure não estourá-la. Se já o fez, trate-a como um ferimento qualquer, lavando-a e fazendo um curativo.
• Calor, insolação e desidratação - em um país tropical como o nosso, este pode ser um problema freqüente, principalmente se você escolheu o litoral, durante o verão, para fazer uma caminhada com a mochila pesada. Não descuide da hidratação - nunca! Procure repor também o sal e esteja sempre protegido do sol, com chapéus, protetores solares etc. E lembre-se que a insolação (aumento da temperatura corporal), pode matar tanto quanto a hipotermia (veja abaixo).
• Queimaduras - as de sol são facilmente evitadas com o uso de bloqueadores solares, roupas ventiladas e chapéus. O sol de montanha costuma ser muito forte - proteja-se adequadamente e pouco problema terá. Não esqueça de proteger os lábios também...
As queimaduras feitas em fogo (fogareiros etc) devem ser tratadas apenas com água fria e cobertas com um curativo de gaze. Não passe nada sobre uma queimadura a não ser vaselina estéril. Não tem? Passe mel. E só - esqueça pastas de dentes e soluções caseiras. Se a queimadura for de 3º grau e tiver afetado 10% do corpo (ou mesmo 2º grau que tenha afetado 20% do corpo, procure um hospital imediatamente.
• Hipotermia - a nossa temperatura corporal é de 36-38ºC. A hipotermia começa a ser definida quando a temperatura basal cai a cerca de 35ºC. Hipotermia branda, apesar de não causar a morte, é bastante perigosa e pode ser de difícil detecção, já causando uma série de distúrbios como calafrios, destreza manual reduzida, cansaço, afeta o julgamento e a pessoa pode ficar propensa a discutir, além de não cooperar com a sua própria recuperação. A hipotermia moderada vem associada a calafrios violentos, a coordenação muscular e as habilidades mentais são afetadas e é aqui que a pessoa pode simplesmente "se deixar morrer", pois perde a capacidade de discernimento. Perdemos a consciência quando nosso corpo chega a 30ºC. Na hipotermia profunda, tanto a respiração quanto os batimentos cardíacos podem acontecer ao ritmo de apenas um ou dois por minuto! O coração pára quando a temperatura chega a 20ºC.
Não se morre de frio apenas em lugares extremos. Pode-se morrer de frio nas ruas de Curitiba, por exemplo. Basta, para isso, que a pessoa esteja mal alimentada e mal agasalhada. E, se você está em uma viagem, caminhada ou expedição e alguém começa a sofrer de hipotermia, o que fazer? Aquecê-lo com seu próprio corpo e o corpo de outras pessoas é uma solução. Se possível, colocá-lo em uma banheira com água morna (mas isso não funciona com uma vítima de hipotermia profunda) - no caso das extremidades, um balde com água morna e curativos nos locais que sofreram o congelamento. Nunca esfregue um tecido congelado! E procure, o quanto antes, um hospital - lembre-se que descongelar e recongelar pode ser muito pior que mantê-lo congelado até o devido atendimento médico.
• Mais importante que tudo isso: saia de casa programado e protegido - com roupas e comida suficiente para aquilo que se propôs a fazer. E não deixe a hipotermia avançar. No primeiro sinal de tremedeira involuntária, aqueça-se ou, se estiver molhado, se seque. Melhor que isso: não espere sentir frio para se aquecer - isso vale para qualquer lugar do mundo, em qualquer situação. É muito mais difícil se esquentar depois que o frio já se instalou.
E não esqueça que a regra de qualquer socorrista é "não se tornar a próxima vítima"!
O que fazer imediatamente após acontecer um acidente?
1. Acima de tudo, mantenha a calma e PENSE! Não existe emergência que não permita gastar alguns poucos segundos pensando na melhor forma de agir.
2. Examine o acidentado cuidadosamente, na exata posição em que foi encontrado - a menos que isso seja impossível. Não o mexa até que você saiba exatamente qual é a seriedade do acidente.
3. Simultanea e imediatamente verifique o pulso (coração) e a respiração, checando também a perda exagerada de sangue. Veja como o coração está batendo nas artérias do braço ou do pescoço. E cheque se a pessoa perdeu os sentidos. Estes são os únicos problemas que exigem tratamento imediato, pois são situações que podem matar rapidamente!
4. Em seguida, examine ferimentos na cabeça, choques, fraturas, deslocamentos, lacerações etc.
5. Conforte o acidentado.
6. A pessoa responsável por tomar as decisões e coordenar o trabalho do grupo deve ser a que tem mais experiência em primeiros socorros em ambientes naturais. Lembre-se que é sempre melhor ser "pessimista" e programar para que o grupo evacue o acidentado que, provavelmente, não terá condições de sair do local sozinho, sem ajuda.
7. Se não for possível começar a saída do local imediatamente, coloque o acidentado na forma mais confortável, aquecida, seca e segura possível (dentro do saco de dormir e da barraca, por exemplo).
Alguns fatores logísticos devem ser levados em conta antes de tomar qualquer decisão sobre o que fazer com a pessoa machucada. Após considerá-los com calma e clareza, a possibilidade de tomar decisões sensatas aumentará. São eles:
1. Previsão do tempo
2. Temperatura ambiente
3. Hora do dia e luz natural ainda disponível
4. Membros da equipe, suas condições físicas etc.
5. Conhecimento de primeiros socorros dos membros da equipe
6. Distância da comunicação mais próxima para pedir ajuda
7. Distância do socorro mais próximo, de uma estrada etc.
8. Avaliar o material disponível entre os membros da equipe
9. Avaliar o material disponível na natureza, ao redor
10. Perigos locais - animais peçonhentos, tempestades elétricas etc.
11. Estado mental de cada membro da equipe
"Conhecer Primeiros Socorros é saber o que fazer primeiro (e o que fazer em seguida) para salvar a vida de alguém - enquanto um médico ou qualquer ajuda especializada não chegam, ou enquanto vocês não alcançam um hospital", explica Sergio Beck em seu livreto "O livro de Primeiros Socorros em montanha e trilha".
Uma pessoa pode morrer por quatro motivos básicos: por parar de respirar, por um sangramento grave, porque seu coração parou ou porque seu cérebro foi atingido gravemente e não responde. Um acidente acaba de acontecer na sua frente? Verifique imediatamente se a vítima está desmaiada, se ela respira, se o coração está batendo e se ela sangra muito.
Mas deixaremos os casos mais graves para quem entende do assunto (faça cursos periódicos de Primeiros Socorros, esteja sempre atualizado e não deixe de ler "O livro de Primeiros Socorros em montanha e trilha", do Sergio Beck). A seguir, algumas dicas simples:
• Fraturas, entorses e luxações - tente verificar que tipo de ferimento aconteceu: fratura exposta (a mais perigosa), entorses ou luxações. Dor ao se movimentar e, muitas vezes, até impossibilidade de andar podem ser sinais de fratura exposta. Independente do que seja, trate como se fosse fratura e imobilize-o, não se preocupando em colocar o osso no lugar. Faça um acolchoado em volta do membro fraturado e prenda uma tala, que pode ser feita com o isolante térmico, por exemplo, prendendo-a acima e abaixo do local fraturado - nunca em cima. De tempos em tempos, verifique o pulso abaixo do local fraturado, para ter certeza de que sua tala não está interferindo na circulação.
• Cortes e bolhas - a melhor forma de assepsia é lavar com água abundante e sabão neutro, se for suportável. Procure fazer um curativo com as mãos limpas e com gazes estéreis. Procure evitar a formação de bolhas, colocando um esparadrapo no local. Portanto, ao menor sinal de irritação ou queimação nos pés, pare e cuide-os. Se elas já se instalaram, faça um curativo com um buraco no meio, para que distribua melhor a pressão exercida sobre elas. Procure não estourá-la. Se já o fez, trate-a como um ferimento qualquer, lavando-a e fazendo um curativo.
• Calor, insolação e desidratação - em um país tropical como o nosso, este pode ser um problema freqüente, principalmente se você escolheu o litoral, durante o verão, para fazer uma caminhada com a mochila pesada. Não descuide da hidratação - nunca! Procure repor também o sal e esteja sempre protegido do sol, com chapéus, protetores solares etc. E lembre-se que a insolação (aumento da temperatura corporal), pode matar tanto quanto a hipotermia (veja abaixo).
• Queimaduras - as de sol são facilmente evitadas com o uso de bloqueadores solares, roupas ventiladas e chapéus. O sol de montanha costuma ser muito forte - proteja-se adequadamente e pouco problema terá. Não esqueça de proteger os lábios também...
As queimaduras feitas em fogo (fogareiros etc) devem ser tratadas apenas com água fria e cobertas com um curativo de gaze. Não passe nada sobre uma queimadura a não ser vaselina estéril. Não tem? Passe mel. E só - esqueça pastas de dentes e soluções caseiras. Se a queimadura for de 3º grau e tiver afetado 10% do corpo (ou mesmo 2º grau que tenha afetado 20% do corpo, procure um hospital imediatamente.
• Hipotermia - a nossa temperatura corporal é de 36-38ºC. A hipotermia começa a ser definida quando a temperatura basal cai a cerca de 35ºC. Hipotermia branda, apesar de não causar a morte, é bastante perigosa e pode ser de difícil detecção, já causando uma série de distúrbios como calafrios, destreza manual reduzida, cansaço, afeta o julgamento e a pessoa pode ficar propensa a discutir, além de não cooperar com a sua própria recuperação. A hipotermia moderada vem associada a calafrios violentos, a coordenação muscular e as habilidades mentais são afetadas e é aqui que a pessoa pode simplesmente "se deixar morrer", pois perde a capacidade de discernimento. Perdemos a consciência quando nosso corpo chega a 30ºC. Na hipotermia profunda, tanto a respiração quanto os batimentos cardíacos podem acontecer ao ritmo de apenas um ou dois por minuto! O coração pára quando a temperatura chega a 20ºC.
Não se morre de frio apenas em lugares extremos. Pode-se morrer de frio nas ruas de Curitiba, por exemplo. Basta, para isso, que a pessoa esteja mal alimentada e mal agasalhada. E, se você está em uma viagem, caminhada ou expedição e alguém começa a sofrer de hipotermia, o que fazer? Aquecê-lo com seu próprio corpo e o corpo de outras pessoas é uma solução. Se possível, colocá-lo em uma banheira com água morna (mas isso não funciona com uma vítima de hipotermia profunda) - no caso das extremidades, um balde com água morna e curativos nos locais que sofreram o congelamento. Nunca esfregue um tecido congelado! E procure, o quanto antes, um hospital - lembre-se que descongelar e recongelar pode ser muito pior que mantê-lo congelado até o devido atendimento médico.
• Mais importante que tudo isso: saia de casa programado e protegido - com roupas e comida suficiente para aquilo que se propôs a fazer. E não deixe a hipotermia avançar. No primeiro sinal de tremedeira involuntária, aqueça-se ou, se estiver molhado, se seque. Melhor que isso: não espere sentir frio para se aquecer - isso vale para qualquer lugar do mundo, em qualquer situação. É muito mais difícil se esquentar depois que o frio já se instalou.
Destino & Aventura
O que levar para um acampamento.
Algumas coisas são essenciais, outras dependem do clima de onde se vai acampar e das atividades que você irá fazer (raftings, caminhadas, visita a museus, tomar sol na praia) durante a viagem. Analise o clima do local e só então separe as roupas. Lembre-se também de não levar os melhores itens de seu armário. Coloque na mochila as "roupas de briga", aquelas que possam ser manchadas e ficar sujas de lama e terra. Evite levar calçados novos ou que você não tenha "amaciado". Eles costumam provocar bolhas.
• ITENS ESSENCIAIS
. Kit de primeiros socorros (com remédios que utiliza normalmente)
. Canivete afiado
. Lanterna (com pilha sobressalente)
. Capa de chuva
. Cantil ou squeeze para água (caso faça caminhadas ou vá praticar esportes)
. Sacos e sacolas plásticas (para lixo e para guardar roupas e calçados sujos)
. Fósforos e um isqueiro sobressalente (bem fechados em um saco plástico)
. Filtro solar
. Cadeados pequenos (para trancar armários em albergues, a barraca e a mochila)
• EMBORNAL
. Prato de plástico ou metal fundo
. Talheres (colher, garfo, faca)
. Caneca de plástico
. Pano de prato
• MATERIAL DE HIGIENE
. Shampoo (um tubinho de filme fotográfico é o suficiente para duas ou três lavagens)
. Condicionador
. Sabonete e esponja
. Pasta de dente (caso vá viajar por poucos dias, leve um tubo que já esteja usado)
. Escova de dente
. Fio dental
. Pente ou escova de cabelos (compre uma pequena para economizar espaço na mochila)
. Toalha de banho
. Toalhinha pequena
. Papel higiênico
. Absorventes
. Elásticos de cabelo
. Um pouco de sabão em pó ou um pedaço de sabão em barra
• ROUPAS PARA OUTONO E PRIMAVERA
. Camisetas, blusas ou regatas (uma por dia)
. Calcinha e sutiã ou cueca (um por dia)
. Meia (um par por dia)
. Calça (jeans ou de um tecido que seja resistente e dê liberdade de movimentos. Prefira cores escuras.)
. Uma calça sobressalente
. Bermuda ou shorts
. Maiô/biquíni ou sunga
. Um sweater ou um casaco. Em época chuvosa, prefira um impermeável.
. Chinelo
. Tênis / bota de caminhada
. Calçado sobressalente
. Boné ou chapéu (protege do calor, faz sombra e também impede que, à noite, se perca calor pela cabeça).
• VERÃO
. Coloque na mochila algum medicamento para queimaduras de sol.
. Leve roupas de tecidos leves e mais shorts e bermudas. Não se esqueça de levar também uma calça e um casaco leve, caso chova ou esfrie repentinamente.
• INVERNO
. Tome por base a lista de roupas para primavera e outono e leve a mais:
. Blusões de lã (o ideal é que os blusões não sejam muito grossos e que você possa utilizá-los um por cima do outro caso faça muito frio)
. Camisetas de manga comprida ou blusa tipo segunda pele
. Casaco forrado (se possível com capuz)
. Touca de lã
. Meias mais grossas
. Blusa de gola alta ou cachecol para proteger o pescoço
. Minhocão ou meia-calça (para usar por baixo da roupa)
. Manteiga de cacau, lip balm ou batom (para pessoas com lábios sensíveis)
. Mesmo que seja inverno, leve um short ou bermuda e algumas camisetas de manga curta. Não esqueça do protetor solar e do hidratante.
• MATERIAL PARA DORMIR
. Saco de dormir
. Isolante térmico, um pedaço de plástico de bolinhas ou folhas de jornal para impedir que a umidade que vem do solo atinja a sua "cama" e penetre pelas costas
. Cobertor (no inverno)
• ITENS ESSENCIAIS
. Kit de primeiros socorros (com remédios que utiliza normalmente)
. Canivete afiado
. Lanterna (com pilha sobressalente)
. Capa de chuva
. Cantil ou squeeze para água (caso faça caminhadas ou vá praticar esportes)
. Sacos e sacolas plásticas (para lixo e para guardar roupas e calçados sujos)
. Fósforos e um isqueiro sobressalente (bem fechados em um saco plástico)
. Filtro solar
. Cadeados pequenos (para trancar armários em albergues, a barraca e a mochila)
• EMBORNAL
. Prato de plástico ou metal fundo
. Talheres (colher, garfo, faca)
. Caneca de plástico
. Pano de prato
• MATERIAL DE HIGIENE
. Shampoo (um tubinho de filme fotográfico é o suficiente para duas ou três lavagens)
. Condicionador
. Sabonete e esponja
. Pasta de dente (caso vá viajar por poucos dias, leve um tubo que já esteja usado)
. Escova de dente
. Fio dental
. Pente ou escova de cabelos (compre uma pequena para economizar espaço na mochila)
. Toalha de banho
. Toalhinha pequena
. Papel higiênico
. Absorventes
. Elásticos de cabelo
. Um pouco de sabão em pó ou um pedaço de sabão em barra
• ROUPAS PARA OUTONO E PRIMAVERA
. Camisetas, blusas ou regatas (uma por dia)
. Calcinha e sutiã ou cueca (um por dia)
. Meia (um par por dia)
. Calça (jeans ou de um tecido que seja resistente e dê liberdade de movimentos. Prefira cores escuras.)
. Uma calça sobressalente
. Bermuda ou shorts
. Maiô/biquíni ou sunga
. Um sweater ou um casaco. Em época chuvosa, prefira um impermeável.
. Chinelo
. Tênis / bota de caminhada
. Calçado sobressalente
. Boné ou chapéu (protege do calor, faz sombra e também impede que, à noite, se perca calor pela cabeça).
• VERÃO
. Coloque na mochila algum medicamento para queimaduras de sol.
. Leve roupas de tecidos leves e mais shorts e bermudas. Não se esqueça de levar também uma calça e um casaco leve, caso chova ou esfrie repentinamente.
• INVERNO
. Tome por base a lista de roupas para primavera e outono e leve a mais:
. Blusões de lã (o ideal é que os blusões não sejam muito grossos e que você possa utilizá-los um por cima do outro caso faça muito frio)
. Camisetas de manga comprida ou blusa tipo segunda pele
. Casaco forrado (se possível com capuz)
. Touca de lã
. Meias mais grossas
. Blusa de gola alta ou cachecol para proteger o pescoço
. Minhocão ou meia-calça (para usar por baixo da roupa)
. Manteiga de cacau, lip balm ou batom (para pessoas com lábios sensíveis)
. Mesmo que seja inverno, leve um short ou bermuda e algumas camisetas de manga curta. Não esqueça do protetor solar e do hidratante.
• MATERIAL PARA DORMIR
. Saco de dormir
. Isolante térmico, um pedaço de plástico de bolinhas ou folhas de jornal para impedir que a umidade que vem do solo atinja a sua "cama" e penetre pelas costas
. Cobertor (no inverno)
• OPCIONAIS
. Máquina fotográfica, filmes e um saquinho plástico para guardá-la em caso de chuva (para economizar espaço, deixe o saquinho dobrado dentro da capinha da máquina)
. Caderninho de anotações e caneta
. Repelente de insetos
. Óculos de sol, de preferência com armação de plástico
. Livro
. Baralho
Como arrumar a mochila
. Separe tudo o que você vai levar e coloque em cima da cama.
. Veja se dá para deixar alguma coisa em casa ou se dá para diminuir o peso da mala, trocando embalagens grandes de shampoo por outras menores, por exemplo. Se você vai ficar dois dias fora não há razão para levar um tubo de pasta de dentes cheio. Leve um que esteja aberto e assim por diante.
. Pegue sacos e sacolinhas plásticas para embalar as roupas e para colocar a roupa suja.
• Há duas maneiras de arrumar uma mochila:
1) Empacotando em um saco plástico cada uma das mudas de roupa (meia, lingerie, bermuda/calça, camiseta).
2) Empacotando em sacos plásticos itens iguais: meia com meia, camiseta com camiseta, etc.
• Estando tudo embalado (os plásticos protegem a roupa da chuva), comece a montagem da mochila: • Embaixo, coloque o saco de dormir, que deverá ter sido arejado uma semana antes. Enrole-o bem apertado para diminuir o volume.
• Depois, coloque os sacos com as roupas leves (camisetas e bermudas) ou coloque as sacolas com as mudas de roupa.
• Em cima delas, as roupas pesadas (calças, casacos e cobertores), os calçados e o embornal.
• Em lugares de fácil acesso (como bolsos laterais), guarde o kit de primeiros socorros e tudo o que você possa precisar em uma emergência, como a capa de chuva, o material de higiene, a lanterna, a carteira com dinheiro e documento de identidade e os fósforos.
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